sexta-feira, 21 de dezembro de 2012

Derrubando Barreiras: inclusão social de surdos aumenta consideravelmente a cada ano.



Segundo pesquisas realizadas em 2010 pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), há no país o equivalente a 5,7 milhões de pessoas no Brasil com alguma Deficiência Auditiva,o que representa 2 % da população brasileira. Dessas,mais de 406 mil em idade escolar,no entanto,somente cerca de 74 mil cursavam a educação básica. Tais resultados confirmam o quanto essa população está fora da escola, motivos estes que justificam a urgência de estudos e intervenções nessa questão. 

A educação dos surdos tem se mostrado sempre como um assunto polêmico que requer cada vez mais a atenção de pesquisadores e estudiosos da educação. As propostas educacionais desenvolvidas ao longo do último século não se mostraram eficientes e encontra-se um grande número de sujeitos surdos que após anos de escolarização apresentam uma série de limitações, não sendo capazes de ler e escrever satisfatoriamente. Implicações essas,cujas maiores conseqüências se fazem observar na inserção dos surdos no mercado de trabalho. Discriminação e preconceito são problemas que ainda afligem a grande maioria dos portadores de deficiência auditiva. 
Muitas vezes, essas pessoas tendem a ser excluídas amplamente da vida social, econômica e política da comunidade, devido ao desconhecimento de suas necessidades no planejamento das políticas, programas e instalações físicas. 
Vários estudos apontam para fracassos e insucessos, prós e contras, tanto do ensino especial, exclusivamente voltado para o atendimento da pessoa surda, como da inserção desses sujeitos no ensino regular (Revista Espaço 1997).

Estatísticas, apontadas pelo IBGE (2010) revelam as seguintes taxas:



Educação em classes comuns
Educação para surdos ou classes especiais
- 25.974 – estudantes surdos
- 31.190 – com deficiência auditiva
- 11.473 – estudantes surdos
- 5.715 – com eficiência auditiva

Nesse sentido, focalizar estudos sobre a prática educacional que envolve os surdos pode revelar-se muito interessante, já que abre uma perspectiva de discussão perante certas perspectivas do funcionamento dos sujeitos e de dinâmicas em sala de aula que podem trazer contribuições importantes para a reflexão dos múltiplos papéis das instituições escolares e do governo. 

Entrevista


Várias são as instituições e organizações espalhadas pelo país,que prestam serviços de auxilio e proteção as pessoas com surdez. Dentre as muitas, pode-se fazer referência ao Centro de Atendimento a Pessoas com Surdez (CAS) do Estado de Alagoas. O Centro tem a missão de produzir e difundir conhecimentos científicos na área de surdez e melhorar a qualidade de vida dos surdos do nosso estado.  Para melhor aprofundar a análise do tema proposto,foi realizada uma entrevista com Radjalma Teixeira, Graduado em Tradução/Interpretação de Língua Portuguesa e língua de Sinais Brasileira. Atualmente trabalha no CAS-AL, no Atendimento Educacional Especializado - AEE, e No Senai-AL como tradutor/Intérprete. Informando que é atuante na educação de surdos a 10 anos. 
Algumas perguntas foram realizadas:

1. Como funciona e educação especial para deficientes auditivos ? Qual o método adotado pelas escolas ?


Atualmente a educação de surdos está fundamentada na política de inclusão, e nas leis que garantem a permanência e acessibilidade desses alunos nas escolas. Com a Lei 10436/2002 e o Decreto 5626/2005 esses alunos tem como garantia a presença de um tradutor/intérprete em sala de aula fazendo valer assim o direito de ter acesso aos conhecimentos em sua língua natural, a Libras. Embora esse direito seja garantido por lei, ainda há bastante precariedade no que diz respeito as especificidades dos sujeitos surdos, pois,  o projeto educacional está formulado para atender uma maioria, os ouvintes, que ouvem e falam o português, e não atendem as especificidades de um sujeito dos sujeitos que não dominam a língua portuguesa, e se expressam em uma outra língua, e com um agravante: uma língua de modalidade completamente diferente. Por mais competente que seja o tradutor, ele não consegue transformar o projeto educacional num projeto que venha atender as necessidades dos surdos.


2. Como funciona o setor público da educação para esses alunos ?


O setor público aqui no estado tem avançado muito no que diz respeito a educação de surdos! Há escolas - chamadas Escolas Pólos - onde esses alunos tem a garantia de um intérprete, desde as séries iniciais até o ensino médio! Porém, ainda falta interesse por parte do serviço público em garantir de fato esse direito, pois esses profissionais são contratados e não concursados, não havendo investimento em capacitação continuada, salários justos, e etc...


3. Quais as maiores dificuldades enfrentadas pelos alunos ? Existem propostas para solução desses problemas ? Quais ?


As dificuldades são muitas. Além da questão curricular não adaptada, existe sim dificuldades em relação a família, na própria comunicação, e isso acarreta num problema muito maior: no desenvolvimento da linguagem, ou melhor dizendo, no defict de linguagem! Muitos desses alunos não conseguem acompanhar o ritmo educacional pelo fato de ainda nem terem um bom desenvolvimento de linguagem e compreensão na sua própria língua. Muitos conceitos básicos são desconhecidos.

4. Como tem sido o apoio do estado com relação a inclusão ?


Como dito anteriormente, Alagoas tem avançado, e muito. Esses alunos tem a possibilidade de, em seu contraturno, ter atendimento educacional especializado - AEE. O centro responsável por esse apoio é o CAS -Centro de Atendimento ao Surdos. Esse centro, órgão da Secretaria de Educação , regido pelo GERESP, também é responsável por capacitações como: cursos de libras para as famílias de surdos e para a comunidade, curso de formação de professores em educação e surdez, curso de formação de tradutor/intérprete, apoio às escolas pólos, além de atendimentos as próprios surdos por meio de oficinas de desenvolvimento de linguagem, aquisição de primeira língua, atendimento psicopedagógico, fonoaudiológico dentre outros. Porém, ainda faltam muito mais investimentos, pois faltam profissionais capacitados além de que esse trabalho ainda não está ramificado ao ponto de atender os diversos municípios nos quais, muitos surdos, famílias e profissionais da educação estão sem esses serviços.


5. Em relação a formação profissional e mercado de trabalho, como ocorre a integração do surdo ?


Hoje o mercado de trabalho para as pessoas surdas tem aberto as portas. Além disso, os próprios surdos tem buscado se profissionalizarem através de graduações, cursos técnicos e profissionalizantes. Devido a divulgação da língua de sinais e de sua importância, empresas tem se dedicado a investir em cursos de libras para seus funcionários. mas esse número é mínimo. O surdo sim, ainda encontra muitas barreiras, pois não há intérpretes nos diversos setores da sociedade, limitando assim a conquista de espaços.

Como já analisado, muitas coisas já foram conquistadas e muitos espaços abertos e ocupados. Mas muitas coisas ainda precisam ser modificadas, principalmente para aqueles portadores de deficiência que sofrem pela falta de uma política governamental e/ou de uma sociedade civil mais efetiva. Dessa forma a efetiva participação da pessoa surda na sociedade implica a ampliação de seus direitos a oportunidades sociais,profissionais e educacionais como a maioria da pessoas tem acesso e na sua aceitação perante a comunidade.



















42 comentários:

  1. Este comentário foi removido pelo autor.

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  2. Gostei muito da proposta do tema, ousaram e acertaram. Um tema que particularmente eu não esperava que algum grupo fosse focar, porque não é uma temática em evidência agora, apesar de ser de extrema importância nas discursões dos direitos humanos e sociais dos deficientes auditivos. Esta reportagem Trouxe a tona uma polêmica que estava esquecida, mas que deve, sem duvidas, tomar seu lugar nas politicas públicas atuais. O texto está com boa qualidade, apenas alguns pontos que poderiam ter sido melhores como a estrutura textual e organização, mas nada que prejudique o escrito por completo. Um tema bem aprofundado, usando exemplos concretos e visão do problema de especialistas no assunto. Fontes de grande credibilidade como o IBGE, além das porcentagens usadas em quantidade ideal, sem sobrecarregar o texto com índices. Valorizaram muito o tema através de perguntas coerentes ao entrevistado, esclarecendo a problemática no patamar local. O texto foi redigido através da norma culta, porém, há alguns poucos erros referentes à pontuação e concordância. Mas nada que seja grosseiro ou que prejudique a compreensão daquilo que foi escrito. Gostei muito do recurso visual, diferente dos outros que vi, usaram uma tirinha bem explicativa e objetiva, dando entendimento imediato ao ponto de vista que estava sendo abordado.

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    1. Oi Dri! obrigada pelas críticas; procuramos um tema que não está em evidência mas de suma importância, procuramos não deixar algo tão importante ser esquecido. Obrigada mesmo.

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  3. Realmente, este foi um tema muito bem abordado pelo grupo, pois buscaram expor o assunto de forma clara e objetiva, ou seja, explanaram o mesmo muito bem. Diante da sociedade em que vivemos, é sempre muito interessante tratar de todas as formas de inclusão social, pois é através dela que temos a possibilidade de quebrar as barreiras ainda existentes em nosso meio, inclusive é também uma maneira de tentar colocar fim a tantas exclusões cometidas pela sociedade vigente. Achei muito legal vocês terem abordado o tema por meio tanto de estatísticas, como também através de perguntas e respostas objetivas, onde as mesmas relatam a realidade dos surdos, não apenas em Alagoas, mas em outros locais também. Ousaram ainda mais ao trataram do funcionamento da educação para os surdos, as suas dificuldades, desafios, os métodos que são utilizados para que este serviço chegue às pessoas com esse tipo de necessidade especial, e principalmente pelas explicações a respeito dos órgãos públicos responsáveis por este tipo de inclusão social. Muito bom também a utilização das imagens na reportagem, pois além de lermos, podemos fazer associações através das figuras expostas na mesma. Existem alguns pequenos erros quanto à acentuação gráfica, fora isso o texto produzido por vocês está muito bom. Parabéns!

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    1. Muito obrigada mesmo Maria José. Fomos atrás desses dados pois achamos de muita importância para a compreensão da realidade dos surdos, essas dificuldades que eles enfrentam através da educação (ou falta dela).

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  4. Achei bem interessante esse tema escolhido pelo grupo,vocês conseguiram falar desse assunto de uma forma clara,mostrando as dificuldades que os deficientes auditivos enfrentam para conseguir o direito de ter uma educação de boa qualidade e que lhes permitam a facilidade de comunicação com a sociedade,foi muito legal saber que eles podem contar com instituições de ensino e profissionais que lhes oriente.Foi muito bom saber também,que algumas empresas estão contratando e investindo nessas pessoas,através de cursos de libra e as inserindo no mercado de trabalho,permitindo a sua inclusão nessa sociedade que ainda precisa aprender e respeitar as diferenças.

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    1. Este comentário foi removido pelo autor.

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    2. Oi Ivanice, realmente é ótimo saber essas coias; pena que não acontece em grande quantidade.
      Muito obrigada.

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  5. Um tema bastante interessante, sobretudo pela dimensão que este tema exerce sobre a sociedade e a necessidade de mudanças quantitativas e qualitativas de forma a integrar todos aqueles com deficiência não apenas auditiva como todas as demais deficiências. E esta reportagem abrange o assunto apontando de forma objetiva, como a surdez tem seus efeitos no âmbito social e como tem sido um desafio a inclusão dos indivíduos portadores de necessidades educativas especiais no Brasil Sabemos que esta tarefa não é tão simples, mas o aluno surdo mesmo com todas as dificuldades e inadequações na sala de aula, procura desenvolver seu aprendizado junto aos alunos ouvintes. Os dados apresentados são de grande importância para compreensão do que esta sendo tratado. Texto muito interessante, pois sabemos que grande parcela da população de pessoas com necessidades especiais vivem ainda no contexto da segregação, e, sobretudo as entrevistas realizadas permitem assimilar o assunto, trazendo informações essenciais, de forma detalhada, precisa, coerente, numa linguagem culta, onde a informação se torna completa, e ao mesmo tempo agradável de ser lida. Gostei da maneira como o texto foi elaborado, seguindo uma seqüência lógica de conteúdos, com uma imagem inicial, que resumo o contexto, dando uma complementação ao texto.

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    1. Obrigada Elaine; achamos o tema muito interessante e importante, então fomos buscar estatísticas e não deixar ser esquecido.

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  6. Muito bom o tema, ele infelizmente não está sendo muito abordado em nosso dia-dia, então é interessante está sempre trazendo esse tipo de informação as pessoas, pois sabemos que há uma exclusão de indivíduos com deficiência em nossa sociedade. A questão da surdez é algo que tem que ser levado mais a sério pelas autoridades competentes, até porque somos todos seres humanos e temos nossos direitos e eles têm que serem respeitados. Gostei muito do conteúdo, ele traz informações importantes a respeito do tema. Toda a estrutura do texto foi bem ordenada, nele temos a presença de dados estatísticos como também houve entrevista, nela foi abordado questões objetivas e esclarecedoras; teve a colocação das fontes, onde se confirmam os dados. Gostei das imagens, além de serem criativas e informativas elas realçam o texto e chamam a atenção do leitor, muito bom usar esse tipo de recurso. Todo o texto segue a norma culta, notei alguns poucos erros de concordância, acentuação e pontuação, mas nada que interfira na compreensão do mesmo, pois ele tem uma linguagem clara e objetiva. É muito construtivo esse tipo de abordagem, nos enriquece e nos dá caminhos a seguir. Tanto o título quanto o conteúdo estiveram sempre em sintonia, não havendo nenhum desvio, a equipe está de parabéns pelo trabalho realizado.

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    1. Concordo Charliane, não devemos esquecer desse tema, é de extrema importância; nós seres humanos buscamos olhar apenas para nós e esquecemos os indivíduos ao nosso redor.. a tal da "exclusão social". Obrigada pela crítica.

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  7. Essa apresentação de reportagem está muito boa. A qualidade com que se apresenta e a descrição do estudo e entrevista, realmente são lembradas como uma reportagem. Apresenta uma sequencia de pensamento bem interligados onde as ideias ficam melhores de entender e compreender.
    A escolha do tema foi bem legal e de curiosidade, pois quase ninguém se lembra de abordar algo assim, que é tão visível, mas que uma boa parte das pessoas ficam surdas, mudas e cegas para essas pessoas com algum tipo de deficiência. Isso faz despertar um maior cuidado em novas ações de políticas públicas voltada para qualquer deficiente e sua inserção em sociedade, garantindo o respeito, acesso, comprometimento, e direitos.
    Muito fácil de entender esse texto. Característica informativa e clara para todos, pois no decorrer mostra as maiores dificuldades que um surdo tem em alcançar alguns direitos que são universais, principalmente à educação. A escola tem que ser inclusiva e participativa. É necessário que todos tomem consciência dessa dimensão de inclusão social em todas as áreas e aspectos.
    Sua ortografia está boa, precisando somente ter cuidado em alguns pontos de acentuação e pontuação. A entrevista trouxe um ganho a mais, para a reportagem, exemplificando o papel de uma instituição que cuida dessa dimensão da proteção aos surdos. Enfim, gostei muito da reportagem. Bem criativa!

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  8. O grupo soube relatar um assunto que por inúmeras vezes passa despercebido pela maioria das pessoas, até que afete alguém conhecido, o preconceito com a surdez abrange fatores essenciais para todos, tais como a educação e trabalho, sendo assim realmente se faz necessário melhorias e avanço para adequar a todos na sociedade. A reportagem foi desenvolvida com uma linguagem clara e explicativa, o grupo se utilizou de fontes seguras mostrando que houve o mínimo de evolução para progresso da educação com surdos, sendo assim, mostrou as consequências que o descaso com a surdez causa, dentre elas a dificuldade de leitura e escrita. A utilização do pequeno gráfico e como fonte o IBGE foi de imensa relevância para em seguida fazer uso da entrevista. O importante método de uma reportagem que é a entrevista foi utilizado com êxito pelo grupo, pois, realmente souberam entrevistar a pessoa certa, uma entrevista rica em informações como, por exemplo, comentar a lei que garante a permanência e acessibilidade de alunos surdos nas escolas; saber que as escolas públicas do Estado estão em um considerável avanço para atender os alunos surdos é uma noticia satisfatória mas, como tudo que depende do público tem o seu lado negativo, tem que existir uma melhoria na educação em geral, e em especial uma qualidade no ensino para os surdos, pois ninguém deve ser excluído da sociedade. O grupo soube argumentar e desenvolver a reportagem brilhantemente, parabéns!

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    1. Olá Jacyara, o que ocorre é exatamente isso: nós "esquecemos", ou melhor, nunca lembramos disso até que alguém próximo ou algum amigo do amigo passe por isso e comecemos a analisar como é a vida dessa pessoa, as dificuldades que ela passa e assim sucessivamente. Realmente tudo o que depende do público tem seu lado negativo e nesse caso (como no da maioria), o lado negativo é altamente importante para a melhoria de tal acontecimento e/ou situação. Infelizmente é assim que acontece, por isso escolhemos o tema, assim não deixamos tão "de lado". Obrigada.

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  9. Achei a reportagem muito boa,bem desenvolvida, clara e objetiva, onde mostra a realidade das pessoas que sofrem com a surdez, onde vemos que em muitos ambientes estes sofrem preconceitos pela sua deficiência,a educação da criança surda é um direito, faz parte da sua condição como ser humano, e o dever de educar é uma exigência do ser humano adulto, do pai e do educador.Enfim a equipe está de parabéns pela a reportagem souberam argumentar, mostraram gráficos, fizeram entrevistas,muito bom mesmo!!!

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    1. Obrigada Luan! O bullying acontece demais com as pessoas que tem deficiência auditiva, algo terrível! Realmente, muito obrigada.

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  10. Adorei a escolha do tema; gostei do fato de ter saído de uma linha "normal" e ter abordado um assunto que não é debatido com a frequência que deveria, mas que é, assim como os outros, importantíssimo.
    O texto tem uma estrutura muito boa, bastante organizado e a linguagem foi usada de forma clara e objetiva. O texto é muito criativo e não deixa a desejar nada ao leitor, pelo menos do meu ponto de vista, e a abordagem do assunto foi muito bem escolhida já que é uma área que interessa muito a nós, futuros assistentes sociais. A comunicação do grupo através das imagens foi muito bem explorada e não fugiu em momento algum do tema originalmente proposto. Parabéns!

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    1. Own Dani, muito obrigada mesmo. Como já havia dito, esse foi o nosso objetivo: buscar algo que não esteja sendo muito debatido atualmente mas tão importante quanto os que estão sendo e mais importante que a maioria das reportagens das mídias. Obrigada.

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  11. O tema escolhido é realmente muito interessante e é bom que esteja sendo debatido. Os dados apresentados auxiliaram na compreensão da grandeza do tema, e a entrevista foi o complemento perfeito para o texto. O debate na questão da educação foi muito bem feito e o tema com certeza diz respeito a pratica do Serviço Social. Otima reportagem, Parabéns a todos!

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    1. Olá Fernanda, realmente é um tema bastante interessante e amplo! E,claro,que precisa ser muito debatido em nosso meio social e também profissional enquanto Assistentes Sociais! Um tema que infelizmente não recebe a atenção que lhe é merecida!
      Muito Obrigada por seu comentário!

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  12. Muito criativo e interessante o tema escolhido, pois trata de uma realidade distante da maioria das pessoas. Por isso, talvez, ainda exista tanto preconceito. Mas que precisa ser amplamente debatido, pois a problemática da inclusão na educação e da inserção social dos surdos, é de suma importância. O texto foi bem redigido, de forma correta e objetiva, o que tornou a leitura bem agradável. As informações e a entrevista foram bastante esclarecedoras.

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    1. Olá Dany, trata-se mesmo de um tema pouco distante e pouco abordado pela sociedade! Mas esse quadro, deve e pode ser mudado!
      Obrigada pela atenção!

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  13. Achei ótimo o tema abordado, pois, além de possuir uma linguagem de fácil entendimento, trata-se de um assunto polêmico e, como dito antes, esquecido na sociedade. É bom saber que a inclusão social das pessoas com deficiência auditiva tem aumentado, e que, mais especificamente, Alagoas também se encontre nesse ritmo. Mas ao mesmo tempo é triste ver que ainda seja precária a situação, como o desinteresse por parte do serviço público, as dificuldades enfrentadas pelo tradutor (como foi citado pelo entrevistado Radjalma Teixeira) e ainda a necessidade de mais investimentos. Portanto, apesar de todo desenvolvimento, de escolas especificadas para esse tipo de atendimento, do CAS, da integração dos surdos no mercado de trabalho, ainda há muito o que se melhorar e ser investido. Parabéns a equipe pelo texto e principalmente pela entrevista!

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    1. Há ainda muito o que melhorar, de fato, mas aos poucos essa triste realidade está sendo revertida! O que é,pois,muito gratificante! Importante lembrar que além do governo e instituições, a ajuda da sociedade,em geral, é de extrema importância!
      Muito Obrigada Letícia!

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  14. O tema é muito interessante e bastante objetivo.
    Inclusão social tem sido bastante debatido ultimamente.
    É difícil pensarmos que pessoas são excluídas do meio social em razão das características físicas que possuem, como cor da pele, cor dos olhos, altura, peso e formação física.
    Nossa cultura tem uma experiência ainda pequena em relação à inclusão social, com pessoas que ainda criticam a igualdade de direitos e não querem cooperar com aqueles que fogem dos padrões de normalidade estabelecido por um grupo que é maioria. E diante dos olhos deles, também somos diferentes.
    A pessoa surda tem mais dificuldades em adaptar-se ao mundo que o rodeia e à sociedade em que vive, do que uma pessoa ouvinte. Professores, estudiosos e os próprios surdos têm, ao longo do tempo, alcançando muitos êxitos na integração do surdo na sociedade.
    Enfim, adorei a matéria de vocês!

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    1. Obrigada Nathalia!É realmente BOM saber que já foram conquistadas tantas vitórias na integração dos surdos a sociedade! Mas,como já abordado, ainda há muito o que fazer!

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  15. Tema importante. Pois existem muitas pessoas que necessitam de uma atenção diferenciada. Pessoas que precisam ser inclusas, inseridas no meio em que vivem sem dificuldades, sem obstáculos e sem serem marginalizadas. A inclusão dessas pessoas são importantes. Que bom que a Educação para elas estão se ampliando. Tema bem escolhido, entrevista muito boa, fonte muito segura, linguagem clara e objetiva. Parabéns

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    1. Obrigada Sandrali! As pessoas surdas(e portadoras de outras deficiências) precisam sim de uma atenção especial! Como focado no texto elas precisam da ampliação de seus direitos de oportunidades sociais,profissionais e educacionais como a maioria da pessoas tem acesso e na sua aceitação perante a comunidade. É bom saber que aos poucos eles vemconquistando seu espaço na sociedade!

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  16. Sinceramente, não esperava que esse tema fosse abordado. Vocês me surpreenderam! O tema foi muito bem escolhido e foi uma proposta bastante inteligente. Ainda é um assunto que não vemos grandes repercussões e discussões, mas sabemos da grande importância da inclusão social. Ao ler o texto, lembrei de como era difícil a comunicação com um amigo que tinha problemas de audição e para superar este problema, foi necessário aprender alguns gestos para facilitar a comunicação. Sei como é complicado, mas devemos aprender a viver com as diferenças e incluí-los em nosso meio. O texto abrange o assunto de forma objetiva e muito clara, mostrando como a surdez tem efeitos no âmbito social e ,alem disso, as entrevistas permitem uma maior assimilação do assunto. Parabéns ;)

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    1. A inclusão social dos surdos em nosso meio social,educacional e profissional deve ser algo conquistado! É preciso,sim, saber conviver com as diferenças!
      Muito obrigada Thayná pelo comentário e elogios!

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  17. Muito interessante, realmente é uma área que merece atenção. Gostei muito da forma que vocês organizaram a matéria e passaram o conteúdo. No colégio que estudei haviam 3 surdos na mesma classe que eu e havia o interprete para eles, apesar da dificuldade em libras foi uma ótima experiência conviver com eles, são pessoas que sofrem com o preconceito e falta de consideração. Também já tive a oportunidade de participar na evangelização em um grupo de libras da religião ao qual eu faço parte, então vi de perto algumas das dificuldades que eles passam e a alegria de perceber que existem pessoas que se importam. Matéria muito boa, parabéns!

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    1. Obrigada Paula! É tema que merece, realmente,destaque e atenção! É bom saber que existem pessoas engajadas na luta por reverter esta situação e que se interessam por sua realidade!

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  18. Simplesmente amei o tema. O preconceito que uma pessoa com surdez sofre ultrapassa vários limites e as adequações para facilitar a vida, das pessoas com tais limitações, raramente são feitas. Muitos surdos crescem sem conhecimento por falta de educação especializada, e isso é um absurdo, pois, independente da condição, a constituição brasileira diz que é direito do cidadão o acesso à educação, tendo em vista, também, os efeitos futuros com relação a inserção desse “futuro adulto” no mercado de trabalho.
    O tema foi muito bem escolhido, por se tratar de um assunto pouco comentado pela mídia; o sofrimento e preconceito pelo qual esses deficientes passam não tem explicação.
    A organização e adequação à norma, a meu ver, foram impecáveis. Mas, acredito que faltaram algumas coisas, como: Ampliação de pontos de vista; do surdo, da sociedade, das autoridades. Senti falta, também, do envolvimento do assistente social com o assistencialismo ao surdo. A entrevista feita com Radjalma Teixeira foi muito esclarecedora e completa.
    Apesar disso acredito que, dentre os temas, esse foi um dos melhores. É um tema muito rico, mas que poderia ser mais explorado. Foi um texto de fácil compreensão e a ideia foi de uma criatividade, MARAVILHOSA.
    A equipe está de parabéns.

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    1. Obrigada Fernanda! Realmente a mídia se "esquece" ou olhando de uma forma mais realista "não se interessa em falar" sobre o assunto,o que é lamentável. E mais lamentável ainda, é o preconceito ao qual são submetidos os surdos!Obrigada também pelas críticas, depois que você comentou, notei realmente que faltou ampliar essa questão do ponto de vista!

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  19. A proposta da reportagem é bem interessante. A linguagem foi clara e objetiva. O grupo utilizou dados de fontes confiáveis e abordou o assunto com originalidade. As figuras ilustrativas foram bem criativas e dentro do contexto abordado. A entrevista teve perguntas bem esclarecedoras e mais importante, a escolha da equipe, quanto a entrevistada foi primordial visto o domínio que a mesma tinha do assunto. A equipe soube trazer a realidade mas próxima quando abordou o tema em nosso estado . Penso ser importante falar sobre esse assunto visto que por ser uma minoria, em nossa sociedade deficiência de surdez bem como suas complicações é bastante esquecido. Parabéns para a equipe .

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    1. Realmente Nizianna, infelizmente, esse assunto é bastante esquecido! Por isso,sempre que possível, é NECESSÁRIO alertar sobre o tema, que é de extrema importância!
      Muito Obrigadaa!

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  20. Vocês foram fantásticos na escolha do tema! Muito interessante!
    Eu não sabia que era direito legal do surdo a presença de um tradutor durante as aulas, fiquei sabendo através desta reportagem. Tenho uma colega de trabalho que tem um neto com deficiência auditiva, ela com certeza, será uma leitora deste artigo .
    O grupo utilizou de forma adequada as palavras, com uma escrita correta e de fácil compreensão. Foi interessante o fato de vocês incluírem o reflexo da falta de uma assistência educacional satisfatória na vida do indivíduo surdo. A única coisa que poderia ser utilizada de uma forma melhor foram as entrevistas, teria sido interessante a colocação de um estudante surdo. Não sei se seria uma dificuldade para o grupo ter contato com um estudante surdo, como também com uma pessoa que conhecesse a linguagem de sinais para auxiliar na tradução.
    Parabéns! Vocês me surpreenderam com a escolha deste tema.

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    1. Muito obrigada Gardênia!Como já focado em outro comentário, seria sim bastante interessante a adesão de uma entrevista com uma pessoa portadora de surdez! Iria realmente complementar a entrevista!
      Muito obrigada pelos elogios e sugestões oferecidos!

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  21. É muito bom saber que pessoas que enfrentam essa dificuldade social por ter deficiência auditiva tenham direitos garantidos pelo governo. O problema é que como em muitas áreas, o governo deixa muito a desejar no sentido de cumprir com as obrigações em sua totalidade.Porém, na minha opnião, é questão de tempo até isso ser resolvido pois não só os familiares desses deficientes auditivos, mas também pessoas como a Radjalma estão a frente da luta pelos direitos desses seres humanos, e da especialização daqueles que trabalham pela inserção dessas pessoas na sociedade de forma satisfatória e sem prejuízos. Muito bem! Estão de parabéns!

    João Marcos

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  22. Tema muito interessante!!!!!!!!! Deficiência auditiva é a perda da audição que ocorre quando a pessoa nasce ou logo depois por doenças .No passado, costumava-se achar que a surdez era acompanhada por algum tipo de déficit de inteligência. Entretanto, com a inclusão dos surdos no processo educativo, compreendeu-se que eles, em sua maioria, não tinham a possibilidade de desenvolver a inteligência em virtude dos poucos estímulos que recebiam e que isto era devido à dificuldade de comunicação entre surdos e ouvintes.
    É muito legal poder tratar sobre esse assunto,mas ainda sabemos que acontece muito pre conceito com essas pessoas,infelizmente!!!! Gostei muito do texto,muito esclarecedor e de boa compreensão!!!!! Parabéns!!!!!!!

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